“É tão improvável colocar isso no ar quanto parece”, Pôneis o co-criador David Iserson fala sobre o pedido de uma série para a década de 1970, uma série de espionagem ambientada em Moscou ele co-criou com seu antigo O espião que me largou colaboradora de roteiro, Susanna Fogel.
Pôneis segue duas secretárias, Bea (Emila Clarke) e Twila (Haley Lu Richardson) na Embaixada dos EUA em Moscou em 1976-1977, que depois de ficarem viúvas, são transformadas em agentes da CIA tão molhados quanto eles. A série começou antes das greves, Iserson explicando que o programa “passou por vários regimes de múltiplas redes para chegar aqui”. Peacock mostrou mais paixão, dando-lhes uma ordem contingente ao elenco. Em um momento após a greve, quando é mais difícil do que nunca para as séries encontrar luz verde para os criadores de TV, não importa o IP ou o talento associado, Iserson e Fogel explicam como eles enfiaram a linha nessa agulha.
Quando se trata do futuro de Pôneisa dupla nos diz que eles poderiam abordar brevemente a era Reagan/União Soviética dos anos 1980, embora não inteiramente, pois sentem que esse domínio já foi saturado em streaming e TV. A série continuará a acontecer na década de 1970.
“Nosso programa não é sobre a queda do comunismo, e a América é ‘boa’ e a União Soviética é ‘ruim’. É sobre como ambos os governos são muito ruins e fizeram coisas imperdoáveis e como essas duas mulheres encontram seu propósito”, acrescenta Iserson.
O que também atraiu Fogel e Iserson naquela época foi que, num momento do feminismo americano, aqui estão duas mulheres protagonistas que são arrancadas dessa esfera e colocadas em um lugar que não existe.
Diz Iserson: “Os americanos e os britânicos não tiveram sucesso em Moscou conduzindo uma (operação) de espionagem. E então, eles estavam apenas dispostos a fazer planos improváveis e colocar agentes improváveis, e essa ideia de que as mulheres não seriam seguidas foi algo que eles realmente notaram.”
Embora os dois ainda não tenham colocado a caneta no papel na 2ª temporada (Peacock ainda não encomendou uma 2ª temporada), eles deixaram muitos obstáculos, ou seja, há uma toupeira soviética em Cheryl (Vic Michaelis) na Embaixada dos EUA que tem a capacidade de comprometer o trabalho de Bea e Twila. O marido de Bea está vivo numa aldeia bielorrussa. Ela não sabe e não sabemos se ele é bom ou mau. O nefasto oficial da KGB Andrei (Artjom Gilz), que Bea tem seduzido, escapou com a KGB destruindo a CIA. Andrei tem bens sobre Bea e Twila. O mesmo vale para a dupla quando se trata de Andrei.
Ouça nosso bate-papo com Fogel e Iserson abaixo:













