
Mais tarde, Trump descreveu a ligação, em um postar no Truth Socialcomo “muito produtivo”, observando que também conversou com representantes do Hezbollah e que ambos os lados concordaram em não atacar um ao outro.
Em comunicado divulgado na tarde de segunda-feira, o Embaixada do Líbano em Washington disse que o Hezbollah aceitou os termos de uma proposta dos EUA “para uma cessação recíproca dos ataques”. Segundo a proposta, a declaração dizia: “Os ataques israelenses nos subúrbios ao sul de Beirute cessariam em troca de o Hezbollah se abster de realizar ataques contra Israel, com a estrutura de cessar-fogo a ser expandida para abranger todos os territórios libaneses”.
A embaixada acrescentou que Trump contactou a embaixadora libanesa nos EUA, informando-a que Netanyahu concordou com o acordo.
Netanyahu, em postar nas redes sociaisdisse na sua própria declaração que as forças israelitas continuarão a operar “conforme planeado” no sul do Líbano, e que disse a Trump “se o Hezbollah não parar de atacar as nossas cidades e cidadãos – Israel atacará alvos terroristas em Beirute”.












