Ele citou o conflito no Médio Oriente, “com o Reino Unido agora a liderar a missão militar multinacional do Estreito de Ormuz”, e o “aumento da actividade russa em relação às nações do Reino Unido e da NATO e o aumento dos ataques na Ucrânia” como exemplos.
Healey disse que o plano de investimento em defesa que ele “foi apresentado integralmente pela primeira vez na tarde de segunda-feira desta semana fica muito aquém do que é necessário para a defesa e para o país neste momento perigoso”.
Como resultado, continuou Healey, ele está a ser “forçado a tomar decisões que reduziriam a prontidão das nossas forças e aumentariam o risco para o pessoal nas operações, e poderiam tornar o país menos seguro”.
Healey referenciado Starmer’s alerta da semana passada, que em 2030 poderá haver um ataque à OTAN por parte da Rússia.
Ele também apontou para Starmer discurso da Conferência de Segurança de Munique, em Fevereiro, durante a qual o Primeiro-Ministro disse: “Juntos temos de chegar a este momento. Temos de gastar mais, entregar mais e coordenar mais.”












