O pedido de quarta-feira é o culminar de uma mudança que vem sendo esperada há meses, desde a regra do OPM sobre Política de Horário/Carreira entrou em vigor em março. Embora os cargos da categoria permaneçam carreira e apartidários, perderão o direito a processos e recursos exaustivos quando forem afastados, permitindo seu afastamento mais rápido.
Everett Kelley, presidente da Federação Americana de Funcionários do Governo, que representa cerca de 800 mil trabalhadores federais, diz que a ordem permite a corrupção e desencoraja a dissidência ao eliminar os direitos dos funcionários ao devido processo.
“As implicações práticas desta ação são claras”, Kelley disse em comunicado na quarta-feira. “Os trabalhadores que antes se sentiam confortáveis em denunciar desperdícios, fraudes, abusos e má gestão no seu local de trabalho porque estavam protegidos de retaliações, agora terão medo pelos seus empregos se falarem abertamente.”
Falando aos repórteres por telefone, o diretor do OPM, Scott Kupor, destacou a necessidade da Administração de empregar trabalhadores para executar a agenda política do Presidente. O diretor da OPM nega, no entanto, que os trabalhadores reclassificados sejam sujeitos a testes de lealdade ou percam a proteção de denunciantes.












