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‘Por que não nós?’: Na Copa do Mundo, a América pode começar a sonhar maior

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“Há muitas pessoas aqui que talvez nunca tenham vindo nos apoiar”, diz McKennie. “Mas espero que hoje, com esta apresentação, eles possam se conectar conosco. Queremos ser identificáveis. Eles podem ver a alegria que sentimos quando tocamos.”

O jogo não foi só rosas. Antes da Copa do Mundo, Pulisic ficou frustrado com toda a conversa sobre sua queda no número de gols, tanto no clube quanto na seleção. “Perguntas tão ruins”, disse Pulisic à TIME em uma entrevista em abril sobre esta seca. “Não estou preocupado com isso, cara.”

Pulisic marcou um gol em um jogo de preparação para a Copa do Mundo contra o Senegal no final de maio, mas o mais importante, na noite de sexta-feira, mostrou como pode moldar um jogo com seu jogo. Pulisic saiu em chamas, mas levou um chute na panturrilha e ficou de fora no segundo tempo. “Quando ele terminou o primeiro tempo, ele não conseguia andar”, disse o técnico dos EUA, Mauricio Pochettino, depois. “Estamos esperançosos de que ele estará disponível no próximo jogo.”

Esse revés potencial não deve ofuscar as realizações da equipe ou sua promessa. O zagueiro Chris Richards, atual jogador masculino do ano no futebol americano, voltou à ação após uma lesão no tornozelo em maio: tudo o que ele fez foi completar todos os 83 passes, o maior número de passes com 100% de precisão de qualquer jogador em uma partida da Copa do Mundo desde 1966, de acordo com ESPN Insights. Lembra-se de Gio Reyna, cuja suposta falta de esforço quase o fez ser mandado para casa pelo ex-técnico Gregg Berhalter na última Copa do Mundo, e levou a uma disputa pública impressionante entre as famílias Reyna e Berhalter? Reyna, reserva na sexta-feira, chutou para a rede pouco antes do apito final, defendendo uma super função secundária. “Ele merece”, diz Pulisic, sobre o gol de Reyna. “Vemos coisas assim dele todos os dias.”

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