Hegseth pode ter-se referido ao discurso do primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, em Davos, em Janeiro, durante o qual disse que “todos os dias somos lembrados de que vivemos numa era de rivalidade entre grandes poderes, que a ordem baseada em regras está a desaparecer, que os fortes podem fazer o que podem e os fracos devem sofrer o que devem”.
Após o discurso de Hegseth, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, reconheceu que existe um “amplo acordo entre os aliados sobre a necessidade de intensificar” e disse que a posição dos EUA, nesta frente, era “completamente aceitável”.
No mês passado, Washington disse aos aliados da OTAN que iria reduzir o número de meios militares que dedica à aliança – uma tentativa de remediar uma “co-dependência doentia do Modelo de Força da OTAN em relação às forças dos EUA”. de acordo com ao principal comandante da OTAN, General da Força Aérea dos EUA, Alexus Grynkewich.
A administração Trump tinha anunciado anteriormente que estava a retirar 5.000 soldados estacionados na Alemanha. Os legisladores republicanos dos EUA no Comitê de Serviços Armados expressaram preocupação de que a medida pudesse enviar “o sinal errado para [Russian President] Vladímir Putin.”












