Embora o próprio Netanyahu não tenha feito quaisquer comentários públicos sobre o acordo desde a assinatura do memorando, os meios de comunicação israelitas alinhados com Netanyahu criticaram Trump e a sua equipa, acusando os enviados de Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, de venderem Israel para obter ganhos financeiros.
Em resposta a esses ataques, Vance destacou que dois terços das armas de defesa de Israel foram construídas e pagas pelos americanos e que o problema de Israel “não é Donald Trump”.
“Qualquer pessoa em Israel que pense que o seu maior problema é o Presidente dos Estados Unidos precisa acordar e sentir o cheiro da realidade da situação naquele país”, acrescentou.
Vance também disse que a administração Trump tem falado com o governo israelense, bem como com membros da Costa do Golfo “praticamente todos os dias”, e disse que não ouviu essas preocupações durante as conversas que teve com altos funcionários israelenses.
Vance também criticou a recente decisão de Israel de lançar ataques mortais em Beirute, uma vez que os EUA estavam à beira de grandes avanços nas negociações do acordo com o Irão. Ele disse que muitas pessoas que foram mortas nesses ataques “não têm nada a ver com o Hezbollah”, a organização terrorista que Israel afirma ter como alvo.












