A tarefa de transformar essas aspirações em realidade cabe agora a Yunus, que foi escolhido para servir como “conselheiro-chefe” do governo interino, embora, para todos os efeitos, seja o novo líder do Bangladesh. A sua função é reconstruir a segunda maior economia do Sul da Ásia, com mais de 170 milhões de pessoas, e pastorear o grupo heterogéneo de líderes estudantis, generais militares, islamistas e políticos da oposição que forçaram a saída de Hasina rumo a novas eleições. Está em curso um processo de reforma em seis vertentes, centrado no sistema eleitoral, na administração policial, no sistema judiciário, na comissão anticorrupção, na administração pública e na constituição nacional.












