O vice-presidente JD Vance fará sua primeira aparição no A vista próxima semana.
Sua participação especial ocorre no momento em que o programa é objeto de uma investigação da FCC, liderada pelo presidente nomeado pelo presidente Donald Trump, Brendan Carr, sobre a regra de igualdade de tempo da agência.
A ABC recuou na investigação, dizendo que a repressão é um arrepio para os seus direitos da Primeira Emenda. A Casa Branca também atacou o programa e uma de suas co-apresentadoras, Joy Behar. A FCC também ordenou a renovação antecipada das licenças de transmissão das estações pertencentes e operadas pela ABC, algo que a rede chamou de “uma demonstração extraordinária de poder e coerção”.
Vance estará ao vivo em estúdio na terça-feira para discutir seu novo livro, Comunhão: Encontrando meu caminho de volta à fébem como as manchetes das notícias. Ele é o terceiro vice-presidente em exercício a aparecer no programa, depois de Joe Biden e Kamala Harris.
Donald Trump fez sua última aparição no programa em 2015, quando estava no meio de sua primeira campanha presidencial.
A investigação da FCC sobre A vista – uma investigação que é oficialmente de uma estação que transmite o programa – foi lançada depois que o programa apresentou James Talarico, um candidato democrata ao Senado dos EUA pelo Texas, como convidado.
A regra de igualdade de tempo da FCC exige que as emissoras que apresentem candidatos ofereçam aos rivais oportunidades de transmissão semelhantes – se esse horário for solicitado. Durante décadas, porém, os talk shows contrataram candidatos com a quase certeza de que eles se enquadrariam na isenção da regra de igualdade de tempo, criada para a programação de notícias. Mas no início deste ano, o gabinete de comunicação social da FCC, sob a direcção de Carr, alertou que os talk shows não deveriam assumir que se enquadram na isenção, colocando essa programação sob um novo nível de escrutínio.












