Com apelos à “resiliência e unidade” americana neste 250º aniversário e gritos de “EUA, EUA” da multidão de quase 20.000 pessoas no Madison Square Garden lotado para o jogo 3 das finais da NBA desta noite, Donald Trump aprendeu como os fãs dos Knicks realmente se sentiam em relação a ele.
O ex-residente de Nova York foi vaiado em voz alta e vigorosa pela multidão de sua cidade natal enquanto o ex-apresentador do Aprendiz era exibido no jumbotron da lendária arena. Vaiado com a mesma paixão que saudou os rivais do campeonato, o San Antonio Spurs, Trump foi visto saudando durante a entoação do Hino Nacional.

A ABC pode estar sob revisões antecipadas de renovação de licença por Brendan Carr, leal ao MAGA, e pela FCC, em um caso claro de intimidação política, mas a Disney, empresa-mãe liderada por Josh D’Amaro, garantiu que suas câmeras de rede e ESPN estivessem em Trump quando as vaias começaram. Os gritos anti-Trump logo se transformaram em aplausos quando as mesmas câmeras cortaram rapidamente para a estrela dos Knicks, Jalen Brunson, na quadra do MSG.
A resposta que Trump recebeu dentro do Garden foi comparável, em termos relativos, às provocações e aos insultos que ele sofreu enquanto a comitiva presidencial passava pelos fãs dos Knicks na segunda-feira. Nunca muito popular em Nova York, POTUS não fez nenhum favor a si mesmo com questões de segurança que levaram ao cancelamento da festa de observação fora do MSG esta noite.
Nas finais da NBA, pela primeira vez desde que Bill Clinton foi presidente, os Knicks lideram os Spurs por 2 a 0 no início desta noite.
MAIS












