TAIPEI (Reuters) – O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, disse que chegou a Eswatini, no sul da África, no sábado, tendo culpado a China pelo cancelamento forçado de uma viagem anterior.
Lai fez o comentário em uma postagem no Facebook, sem ter anunciado anteriormente que estava fazendo outra tentativa de “ir atrás” do governo que em abril acusou a China de pressionar três estados africanos para bloquear a permissão de sobrevoo do presidente.
“Embora estejamos alguns dias atrasados, o povo de Eswatini ainda nos deu as boas-vindas mais calorosas e entusiásticas”, disse Lai no seu post.
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Taiwan disse no mês passado que Seychelles, Maurício e Madagascar revogaram unilateralmente as autorizações de voo de sua aeronave presidencial para cruzar o espaço aéreo que administram em uma viagem planejada para Eswatini, um dos 12 aliados diplomáticos de Taiwan.
“Eswatini manteve-se firme contra várias pressões diplomáticas e económicas, defendendo o lugar internacional de Taiwan através de ações concretas”, acrescentou Lai.
(Reportagem de Ben Blanchard em Taipei Redação de Engen Tham em Xangai Edição de Keith Weir)













