A federação de futebol do Irão respondeu duramente com uma declaração, qualificando as observações de Mullen de “FALSAS” e de “mentira descarada e inegável”. O comunicado afirma que os comentários de Mullen “representam uma tentativa clara de encobrir comportamento discriminatório e restrições irracionais impostas à delegação da seleção iraniana”. (Onze membros do grupo de viagem da equipe tiveram negados vistos dos EUA para a Copa do Mundo). A federação chamou os EUA de “país violador da lei”.
“Tudo o que posso dizer é que o secretário Mullen está certo”, disse Andrew Giuliani, diretor executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo FIFA de 2026, à TIME em entrevista por telefone no domingo. “Todos os dias ele está focado na segurança da pátria, e os americanos deveriam dormir tranquilos à noite sabendo que ele é o seu secretário de Segurança Interna.”
As salvas vêm na esteira de reclamações feitas por treinadores e jogadores iranianos sobre as restrições às suas viagens para a Copa do Mundo. Durante os dois primeiros jogos do torneio, o empate por 2 a 2 contra a Nova Zelândia, também em Los Angeles, no dia 15 de junho, e o empate de domingo, o Irã teve que voar do México para o sul da Califórnia no dia anterior ao jogo e partir logo após o apito final. Embora seja comum as equipes retornarem às suas bases após um jogo, a seleção dos EUA, por exemplo, voou de Irvine, Califórnia, para Seattle dois dias antes da partida contra a Austrália, em 19 de junho, e a Bélgica esteve em Los Angeles dois dias antes do jogo com o Irã.












