Então, em 2024, outro júri dirigido Trump pagará a Carroll uma indemnização adicional de 83,3 milhões de dólares por difamação em 2019, quando negou a alegação de violação e continuou a falar contra ela nas redes sociais e em conferências de imprensa. No início deste mês, um tribunal de apelações concordou com um pedido feita pela equipa jurídica do Presidente para adiar o pagamento até que o Supremo Tribunal dos EUA pudesse rever o caso.
A nova investigação pode não resultar em acusações contra Carroll, mas representa a mais recente tentativa da Administração Trump de usar o sistema judicial para atingir adversários políticos.
O procurador-geral em exercício, Todd Blanche, teria sido recusado na investigação do departamento, tendo trabalhado como um dos advogados pessoais de Trump nos recursos de Carroll, disse uma fonte. Reuters.
O New York Times informou que Andrew S. Boutros, procurador dos EUA para o Distrito Norte de Illinois, nomeado por Trump no ano passado, abriu a investigação, de acordo com uma fonte não identificada que conhecia a situação.













