A Pershing Square de Bill Ackman apresentou uma oferta para comprar o Universal Music Group (UMG) em um acordo em dinheiro e ações no valor de US$ 64,4 bilhões.
A oferta proposta faria com que os acionistas recebessem US$ 10,85 bilhões em dinheiro e 0,77 ações da nova empresa para cada ação da UMG detida.
Em comunicado esta manhã, Ackman elogiou o desempenho da Universal sob o comando do CEO Lucian Grainge, mas argumentou que a empresa “definhou” nos últimos anos.
“Desde a listagem da UMG, Sir Lucian Grainge e a administração da empresa têm feito um excelente trabalho nutrindo e continuando a construir uma lista de artistas de classe mundial e gerando um forte desempenho comercial”, disse ele.
“No entanto, o preço das ações da UMG definhou devido a uma combinação de questões que não estão relacionadas com o desempenho do seu negócio musical e, mais importante, todas elas podem ser resolvidas com esta transação.”
A UMG está listada em Amsterdã desde 2021. As ações da empresa caíram 23% neste ano, de acordo com reportagem da CNBC. Ackman culpou em parte o fraco desempenho do preço das ações pelo atraso na listagem da UMG nos Estados Unidos.
Ackman lançou a Pershing Square em 2004. O fundo adquiriu anteriormente uma participação de 10% na UMG em 2021.
A Universal Music ainda não respondeu. A gravadora é o lar de artistas como Taylor Swift, Drake e Kendrick Lamar.












