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Omer Bartov é um professor israelense de estudos sobre Holocausto e genocídio na Universidade Brown. Ele cresceu num lar sionista e serviu como oficial nas Forças de Defesa de Israel, mas há muito que se preocupa com o uso do poder militar por Israel. Em um novo livro chamado “Israel: O que deu errado?”, Bartov argumenta que o sionismo se transformou em uma ideologia de extremismo que levou ao genocídio em Gaza após os ataques do Hamas de 7 de outubro. “Há críticas crescentes ao apoio americano a esse tipo de política israelense, tanto na esquerda americana quanto na direita americana”, diz Bartov a David Remnick. Bartov acredita que Israel requer “terapia de choque” porque “ainda não conseguiu identificar os limites de seu próprio poder, porque esses limites estão em Washington, DC, e é lá que aqueles limites precisam ser definidos.” “Para Israel, isso seria bom, porque penso que Israel precisa de ser libertado desse tipo de dependência do poder americano. Eu acho que, para a sociedade americana e para os judeus americanos, isso é uma coisa muito ruim porque há um aumento de. . . anti-semitismo dos Tucker Carlsons do mundo, que são uma força crescente neste momento.”
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