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O diretor da cinebiografia de Jair Bolsonaro, estrelado por Jim Caviezel, diz que o filme é sobre “poder, mídia e fé sob fogo”

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EXCLUSIVO: Cyrus Nowrasteh, diretor da cinebiografia de Jair Bolsonaro Cavalo Negrodescreveu o filme como um “thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque”.

Com a pós-produção do projeto chegando ao fim, os produtores divulgaram um still oficial do filme, mostrando o astro Jim Caviezel como o polêmico ex-líder brasileiro no comício de 2018, onde foi esfaqueado durante a campanha.

Bolsonaro, que foi presidente brasileiro entre 2019 e 2023 e às vezes foi chamado de “o Trump dos trópicos”, cumpre atualmente uma pena de 27 anos de prisão por liderar uma conspiração criminosa para impedir que o seu rival, Luiz Inácio Lula da Silva, assumisse o poder. Os aliados de Bolsonaro condenaram as acusações contra ele.

Os cineastas estão em busca de uma empresa de vendas e preparando exibições do projeto para potenciais compradores. Ao contrário de algumas especulações online, o filme ainda não tem data de lançamento no Brasil.

Co-estrelando estão Esai Morales, Lynn Collins, Camille Guaty e Jeffrey Vincent Parise. Os produtores são Karina Ferreira e Michael Davis da Go Up Entertainment e Ryan O’Quinn.

O roteiro é de Mark Nowrasteh e Cyrus Nowrasteh a partir de uma história do ex-secretário de Cultura de Bolsonaro, Mario Frias, que também é produtor executivo.

Espera-se que o projeto seja um retrato simpático de seu tema divisivo, com a sinopse dizendo: “Inspirado em eventos verdadeiros, Cavalo Negro segue Jair Bolsonaro, um forasteiro controverso que passa de obscuro capitão do exército a candidato presidencial populista em um Brasil profundamente polarizado, apenas para enfrentar um plano de assassinato mortal que transforma sua luta contra um sistema corrupto em uma batalha pela sobrevivência, pela verdade e pela alma de uma nação.

O cineasta americano Nowrasteh, cujos filmes também incluem O dia em que Reagan foi baleado, O apedrejamento de Soraya Me o ator principal de Caviezel Infieldisse: “Desde o início, quando Mario veio até mim com a história para Cavalo Negrofoi concebido não apenas como um retrato biográfico, mas como um tenso thriller político sobre o poder, a mídia e a fé sob ataque, com significado cultural não apenas no Brasil, mas em todos os países.”

O diretor acrescentou: “A história da improvável ascensão de Jair Bolsonaro e do atentado contra sua vida em 2018 ofereceu uma estrutura para explorar até onde os sistemas arraigados irão para se preservar – e como um político pode se tornar um veículo para as esperanças e medos de uma nação. Cavalo Negro convida o público a entrar nessa tensão, em vez de resolvê-la para eles.”

Bolsonaro é católico, mas foi rebatizado por um pastor evangélico em Israel em 2016 e a ascensão do líder ao poder foi auxiliada por seu apelo à direita cristã no Brasil. A Paixão de Cristo e Som da liberdade a estrela Caviezel discutiu abertamente ser um católico devoto e também é conhecido por seu ativismo conservador e apoio ao presidente Trump.

Os cineastas por trás Cavalo Negro agora esperam poder aproveitar parte do apoio demonstrado à sensação de bilheteria de Caviezel em 2023 Som da liberdadeo thriller religioso sobre tráfico de crianças que se tornou parte das guerras culturais. Esse filme arrecadou US$ 184 milhões nos EUA, mas também teve uma boa pontuação no exterior. O Brasil foi um de seus maiores mercados internacionais, com bilheteria estimada em US$ 10 milhões.

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