“Eu não sobreviveria um dia naquele ambiente”
Essa é a opinião do cofundador e CEO do distribuidor independente Neon, Tom Quinn, sobre trabalhar em um grande estúdio, quanto mais em dois combinados.
Em sua primeira aparição pública desde que levou para casa a sétima Palma de Ouro do Neon em Cannes, desta vez por Fiordena semana passada, Quinn foi questionado na conferência Produced By sobre sua opinião sobre a mega fusão Paramount-Warner Bros que está por vir e como isso impactaria Neon.
“A ideia de juntar duas dessas (empresas) – como você se sentiria se a A24 e a Neon se fundissem? Isso seria ridículo”, exclamou.
Expondo o lado negativo da operação corporativa versus sua operação de baixa sobrecarga: “A quantidade de politicagem, as camadas da gerência intermediária para chegar a uma decisão. Trabalhei com essas empresas, estive no zoom com 50 pessoas… De forma alguma alguém pode tomar uma decisão. Tudo vai para a caixa preta (após a reunião). Não quero trabalhar em uma empresa como essa”, disse Quinn.
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