A receita aumentou e os lucros aumentaram durante o trimestre mais recente da Lionsgate graças ao sucesso de bilheteria de “The Housemaid”.
A receita geral atingiu US$ 906,5 milhões, o que se compara favoravelmente aos US$ 865,6 bilhões em receitas que a Lionsgate informou há um ano. O aumento nas vendas foi impulsionado principalmente pelo grupo cinematográfico, que viu a receita aumentar 23% e o lucro do segmento aumentar 39%. Os ganhos favoráveis vêm depois que a divisão recuperou sua antiga glória após uma crise teatral sustentada, lançando sucessos como “The Long Walk”.
O lucro líquido ajustado foi de US$ 111,6 milhões e 37 centavos de lucro ajustado por ação. O OIBDA ajustado foi de US$ 165,4 milhões no trimestre.
Isso superou as expectativas de Wall Street. Os analistas esperavam que o estúdio ganhasse 23 centavos por ação sobre receita de US$ 810,6 milhões no trimestre encerrado em 31 de março.
Além de “The Housemaid”, o estúdio cinematográfico lançou sequências de “Greenland” e “The Strangers” no período. A receita da divisão aumentou para US$ 652 milhões, acima dos US$ 528,5 milhões no mesmo período de 2025. O lucro do segmento atingiu US$ 187,1 milhões em comparação com US$ 135,3 milhões no mesmo período do ano anterior. O período de lucros, que terminou em março, não incluiu a venda de ingressos para “Michael”, a cinebiografia musical de grande sucesso do estúdio, que chegou aos cinemas em abril.
O braço de TV da Lionsgate lança programas como o sucesso da Apple TV + “The Studio”, bem como “Yellowjackets” e “The Rainmaker”. A receita da divisão caiu drasticamente devido ao prazo de entrega dos episódios, chegando a US$ 254,6 milhões, em comparação com US$ 543,3 milhões no mesmo período do ano anterior. Os lucros do segmento também caíram para US$ 30,5 milhões, ante US$ 40,6 milhões durante o trimestre do ano anterior.
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