O tribunal superior da África do Sul decidiu contra o presidente Cyril Ramaphosa pelo escândalo “Farmgate”.
Ele é acusado de esconder milhões de dólares em sofás em sua fazenda particular e encobrir o roubo subsequente.
O escândalo quase derrubou Ramaphosa quando eclodiu em 2022, depois que um painel independente encontrou evidências de que ele pode ter cometido má conduta.
Ramaphosa – que foi pressionado a renunciar – negou qualquer irregularidade e nunca foi acusado de qualquer crime.
Na altura, o seu partido, o Congresso Nacional Africano (ANC), reuniu-se em torno dele e utilizou a sua maioria parlamentar para impedir o início de um processo de impeachment.
Em 2024, o partido da oposição, Economic Freedom Fighters (EFF), foi ao Tribunal Constitucional do país, argumentando que o parlamento agiu ilegalmente ao não responsabilizar o presidente.
Na sexta-feira, o tribunal apoiou o caso da oposição que buscava reavivar o processo de impeachment contra o homem de 73 anos.
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