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Gina Rinehart é afiar A exposição da Hancock Prospecting a dois setores muito diferentes do mercado: defesa dos EUA e mineração global. Durante o primeiro trimestre, a empresa de capital fechado comprou ações da RTX (NYSE:RTX),Northrop Grumman (NYSE: NOC), Tecnologias L3Harris (NYSE:LHX) e Lockheed Martin (NYSE:LMT), com as participações em fabricantes de armas dos EUA valendo um total de US$ 97 milhões em 31 de março, de acordo com um documento regulatório. A medida coloca quase US$ 100 milhões em nomes aeroespaciais e de defesa, num momento em que o índice mais amplo de defesa está sob pressão.
A mineração, no entanto, ainda parece ser a aposta mais profunda do portfólio. Hancock adicionou 1,35 milhão de ações à sua Hudbay Minerals (NYSE:HBM) posição e também assumiu uma participação na Newmont (NYSE: NEM). Essas participações, juntamente com as posições de Hancock na Teck Resources (NYSE:TECK) e Materiais MP (NYSE: MP), representam quase metade do portfólio de ações de cerca de US$ 3,3 bilhões da empresa, com base em cálculos da Bloomberg. Esse posicionamento poderá ser notável para os investidores porque o índice MSCI World Metals & Mining registou um retorno de 19% este ano até ao fecho de sexta-feira, ultrapassando a subida de 8,2% do S&P 500.
A divisão é importante porque Rinehart parece estar se apoiando na força da mineração, ao mesmo tempo que possivelmente constrói opcionalidade na defesa. O índice MSCI World Aerospace & Defense caiu 3,5%, criando um forte contraste com a recuperação dos metais e da mineração. Rinehart, 72 anos, construiu sua fortuna desenvolvendo enormes depósitos de minério de ferro na Austrália Ocidental e atualmente vale US$ 43,8 bilhões, de acordo com o Bloomberg Billionaires Index.













