(Refile para remover ‘e’ estranhos no parágrafo 1)
KUALA LUMPUR (Reuters) – Os países do Sudeste Asiático deveriam ter como objetivo construir mais fábricas de fabricação de semicondutores na próxima década para ajudar o setor a diversificar e reduzir os riscos de fornecimento, disse o chefe do grupo global da indústria de chips SEMI na terça-feira.
O presidente-executivo da SEMI, Ajit Manocha, disse que 64 novas fábricas deverão entrar em operação na Ásia até 2029, mas apenas seis delas estavam no sudeste do continente, com o restante concentrado principalmente na China e em Taiwan.
A falta de diversidade geográfica representa desafios para a indústria, dadas as questões geopolíticas e outras vulnerabilidades, disse Manocha num fórum da indústria em Kuala Lumpur, sem entrar em detalhes.
“Queremos ver mais centros surgindo em países com ideias semelhantes, mais centros surgindo, para que possamos diminuir o risco das vulnerabilidades”, disse ele, acrescentando que era “muito importante que o Sudeste Asiático se aproxime”.
SEMI representa cerca de 3.000 empresas membros em todo o mundo, incluindo grandes empresas de design e fabricantes como Intel e AMD.
As recentes perturbações na cadeia de fornecimento global de semicondutores, incluindo a pandemia de COVID-19, bem como as restrições à exportação decorrentes das tensões comerciais entre os EUA e a China, levantaram preocupações sobre os riscos de concentrar a produção avançada de chips em algumas regiões asiáticas.
(Reportagem de Danial Azhar; escrito por Rozanna Latiff; editado por David Stanway)










