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Maçã (NASDAQ:AAPL) é inalterado no pré-mercado, apesar do BofA Securities reiterando uma classificação de compra e preço-alvo de US$ 380, aumentando suas premissas de preços do iPhone Pro e Pro Max em US$ 100 adicionais após comentários do CEO cessante, Tim Cook, de que a Apple aumentará os preços para compensar o aumento dos custos de memória. O BofA já havia refletido um aumento de US$ 100 nas estimativas anteriores, fazendo com que o aumento de preço cumulativo assumido fosse de US$ 200 nos modelos de última geração. O preço do modelo básico e o preço médio de venda do Air permanecem inalterados.
O BofA também elevou as premissas de preços para Mac e iPad, mas reduziu marginalmente a demanda em todas as categorias de produtos. A empresa espera cerca de 100 pontos base de dificuldades na margem bruta dos produtos, embora veja potenciais compensações provenientes da eficiência da cadeia de abastecimento, materiais reciclados e outras reduções na lista de materiais. Espera-se que as margens dos serviços permaneçam estáveis, com algum potencial aumento.
A meta de US$ 380 implica um potencial de valorização de 28% para uma empresa atualmente avaliada em US$ 4,35 trilhões. O teste mais imediato consiste em saber se os consumidores absorvem um segundo aumento de 100 dólares, especialmente se as condições macroeconómicas se suavizarem ainda mais na segunda metade do ano.










