Uma startup do Novo México revelou seus planos para fornecer luz solar aos satélites em órbita, ajudando a alimentar a espaçonave durante os períodos em que eles estão escondidos pela sombra da Terra.
O Mantis Space emergiu furtivamente na quinta-feira com US$ 10 milhões em financiamento inicial, dinheiro que usará para desenvolver uma constelação de satélites projetados para alimentar painéis solares no espaço, SpaceNews relatado. A empresa pretende voar satélites com grandes painéis solares em altitudes mais elevadas e usar feixes de laser para fornecer energia aos satélites que operam no escuro.
Luzes apagadas
Os satélites são alimentados principalmente por painéis solares que dependem da luz solar. À medida que as naves espaciais viajam ao longo da sua órbita, no entanto, deparam-se com um problema de geração de energia.
Os satélites passam cerca de um terço do tempo na sombra da Terra, escondidos da luz do Sol. Como resultado, sua energia é complementada por baterias de íons de lítio. A solução da Mantis Space ajudaria a fornecer luz solar aos satélites mesmo nas sombras, permitindo-lhes livrar-se de bancos de baterias pesados e grandes painéis solares.
Raio laser da luz solar
A empresa prevê projetar uma constelação para fornecer energia aos satélites dos clientes. Usando lasers de nível militar, o Mantis Space visa gerar feixes de luz em um comprimento de onda otimizado para geração de energia, de acordo com Carga útil.
A constelação do Mantis Space coletará a luz solar com seus próprios painéis solares e enviará a energia para os satélites por meio de raios laser. A empresa promete fornecer energia 20% a 30% mais eficiente do que a luz do Sol, disse o CEO Eric Truitt à Payload.
Truitt pretende lançar o protótipo de carga útil da empresa em 2028, com até quatro feixes de laser por satélite. A Mantis espera aumentar a sua constelação para eventualmente fornecer energia a até 40 satélites de cada vez.
Enquanto outras startups espaciais estão preocupadas em lançar mais espaçonaves em órbita, a Mantis procura melhorar o desempenho dos satélites já no espaço, conectando-os a uma fonte de energia constante.
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