Um júri do Novo México concluiu na terça-feira que a Meta violou as leis estaduais de proteção ao consumidor ao enganar os usuários sobre a segurança e permitir a exploração sexual infantil em suas plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp, conforme relatado anteriormente por Reuters.
A empresa foi condenada a pagar US$ 375 milhões em multas como resultado da ação movida pelo procurador-geral do estado. Essa quantia é a pena máxima por violação de acordo com a lei estadual, mas não há mais informações no momento sobre como os fundos serão distribuídos.
A Meta disse em comunicado que discorda da decisão e irá recorrer.
“Trabalhamos muito para manter as pessoas seguras em nossas plataformas e temos clareza sobre os desafios de identificar e remover atores mal-intencionados ou conteúdo prejudicial”, disse a empresa. declaração disse. “Continuaremos a nos defender vigorosamente e continuamos confiantes em nosso histórico de proteção de adolescentes online”.
O procurador-geral do Novo México, Raúl Torrez, alegou que os executivos da empresa sabiam que seus produtos prejudicavam as crianças e desconsideraram os avisos dos funcionários.
“O veredicto do júri é uma vitória histórica para cada criança e família que pagou o preço pela escolha da Meta de colocar os lucros acima da segurança das crianças”, disse Torrez num comunicado. declaração.
Torrez disse que o estado buscará penalidades adicionais e pedirá ao tribunal que exija que a empresa faça alterações em sua plataforma para proteger as crianças.
Ao mesmo tempo, um júri em Los Angeles está a considerar uma caso contra Meta e YouTube, de propriedade do Google trazido por uma jovem que disse ter se viciado em YouTube e Instagram quando criança. O julgamento de Los Angeles, durante o qual o CEO da Meta, Mark Zuckerberg testemunhoué visto como um indicador de casos semelhantes em todo o país. O júri desse caso disse ao juiz na segunda-feira que estava tendo dificuldades para chegar a um consenso sobre um réu, mas não revelou qual.













