Javier Bardem foi direto ao ponto na 98ª edição do Oscar.
Antes de apresentar o Oscar de Melhor Longa-Metragem Internacional, Javier Bardem pronunciou seis palavras: “Não à guerra e à Palestina livre”.
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Foi a declaração mais abertamente política feita nesta cerimônia do Oscar até agora, que começou no tapete vermelho para Bardem.
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Bardem ostenta dois distintivos notáveis: um grande painel com texto sangrento onde se lê “No a la guerra” (espanhol para “não à guerra”) e um distintivo circular onde se lê “Palestina”, junto com a imagem do menino Handala, personagem criado em 1969 pelo cartunista Naji al-Ali que se tornou um símbolo da resistência palestina.
No tapete vermelho, Bardem disse à Associated Press que o broche “No a la guerra” é o mesmo que ele usou no Oscar em 2003 para protestar contra “a guerra ilegal no Iraque”.
“[The Oscars] é uma grande oportunidade para dizer coisas como ‘não à guerra, não a esta guerra ilegal que [is] criando tantas mortes'”, disse ele.













