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‘Song Sung Blue’: leia o roteiro do conto de fadas da classe trabalhadora de Craig Brewer sobre uma banda de tributo a Neil Diamond

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A série Read the Screenplay da Deadline, destacando os roteiros por trás dos filmes mais comentados do ano, continua com Canção Cantada AzulDrama musical da Focus Features baseado em uma história real, apresentando Hugh Jackman e Kate Hudson como um casal infeliz que encontra o amor e a salvação atuando como uma banda de tributo a Neil Diamond.

Escrito e dirigido por Craig Brewer, o filme é uma adaptação do documentário homônimo de Greg Kohs de 2008 sobre a tragédia e a busca incessante do sonho americano em um palco menor.

O filme, desenvolvido e distribuído pela Focus, estreou mundialmente no outono no AFI Fest antes de chegar aos cinemas em 25 de dezembro. Arrecadou US$ 30 milhões de bilheteria global até o momento, com Hudson recebendo uma indicação de Melhor Atriz no Globo de Ouro.

Canção Cantada Azul centra-se em Mike Sardina (Jackman), um alcoólatra em recuperação, veterano do Vietnã e músico de pequeno porte que trabalha como mecânico para apoiar seu amor pela atuação, e Claire Stengl (Hudson), uma mãe solteira em dificuldades que trabalha como imitadora de Patsy Cline.

Quando Mike e Claire se conhecem, eles descobrem uma conexão profunda e formam uma banda tributo a Neil Diamond, Lightning and Thunder. Sua atuação os leva de uma pequena garagem em Milwaukee ao estrelato local apresentando a discografia de Diamond, incluindo a icônica “Sweet Caroline”. Sua família mesclada – a filha de Claire, Rachel (Ella Anderson) e o filho Dayna (Hudson Henley), junto com a filha de Mike, Angelina (King Princess) – constitui o coração de sua jornada.

A sinopse promete uma jornada de triunfo e tragédia, pois o amor inabalável do par um pelo outro e sua música devem, em última instância, levá-los através de uma crise, forçando-os a encontrar um caminho a seguir e a “lembrar um do outro”.

O núcleo do roteiro é uma celebração dos oprimidos e uma meditação sobre o sonho americano realizado pela classe trabalhadora. Brewer diz que o filme é uma “carta de amor para músicos de todo o mundo”, reconhecendo os heróis dos bares e as vozes desconhecidas que atuam não pela fama global, mas pelo puro amor ao palco. O filme argumenta que a luta deles é “nossa canção”, validando triunfos sobre a adversidade independentemente da escala.

Leia o roteiro abaixo.

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