Em um memorando aos funcionários, o CEO da TikTok, Shou Chew, disse na quinta-feira que a tão esperada criação de uma joint venture para supervisionar a parte norte-americana da plataforma de vídeo com sede na China está finalmente prestes a ser concluída.
A Axios relatou pela primeira vez o memorando, cujo conteúdo foi confirmado ao Deadline por uma pessoa familiarizada com o processo de separação.
A transação, iniciada por uma ordem do Congresso que sobreviveu a um recurso ao Supremo Tribunal dos EUA, forçará a ByteDance da China a vender as operações da TikTok nos EUA a um novo mix de investidores. Cerca de 20% da entidade norte-americana continuará a ser propriedade da ByteDance e outro terço de afiliadas de investidores existentes. Os 45% restantes serão propriedade da gigante tecnológica Oracle, da empresa de private equity Silver Lake e da empresa de investimentos apoiada pelo governo de Abu Dhabi, MGX.
Desde a primeira administração de Donald Trump, as autoridades políticas levantaram questões de segurança nacional na plataforma de vídeo. Depois de ameaçar proibi-lo, Trump em seu mandato atual mudou para uma postura mais favorável, dado o apoio que recebeu via TikTok nas eleições de 2024. A estratégia actual tem sido essencialmente recapitalizá-la, embora o algoritmo todo-poderoso não possa ser isolado da sede chinesa. Por essa e outras razões, o uso da palavra “venda” para descrever o acordo com a TikTok atraiu objeções da empresa, bem como de alguns observadores das esferas tecnológica, midiática e política.
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