A jornalista freelancer americana Shelly Kittleson foi libertada depois de ter sido raptada há uma semana por um grupo de milícias xiitas, segundo a Al-Monitor, uma das publicações que a contratou.
Alex Plitsas, analista de segurança nacional da CNN e seu ponto de contato nos EUA, postou no X que ainda aguardavam a transferência de Kittleson para autoridades americanas. “Saudamos a notícia de sua libertação pendente, mas guardaremos as declarações comemorativas até que ela seja transferida. O vídeo divulgado forneceu prova de vida. Teremos mais a dizer quando ela estiver nas mãos dos EUA”, escreveu ele.
Os meios de comunicação começaram a divulgar a notícia de sua libertação na terça-feira, depois que a milícia Kataib Hezbollah disse em um comunicado no Telegram que ela estava sendo libertada “com a condição de deixar o país imediatamente”. Al-Monitor citou dois funcionários não identificados confirmando sua libertação.
Kittleson também contribuiu para Foreign Policy, BBC World Service e Politico, entre outras publicações.
Segundo a AP, dois responsáveis da milícia afirmaram que, em troca da libertação de Kittleson, vários membros do grupo que tinham sido detidos pelas autoridades iraquianas seriam libertados.











