A Apple estabeleceu um novo recorde de vendas de iPhone no último trimestre de 2025 e anunciou uma base instalada de 2,5 bilhões de dispositivos.
A receita total foi de US$ 143,8 bilhões no período encerrado em 31 de dezembro, que para a gigante da tecnologia é o primeiro trimestre fiscal. O lucro por ação foi de US$ 2,84 em base diluída, acima dos US$ 2,40 do mesmo período do ano anterior.
O período de outubro a dezembro é geralmente vibrante, com a cadência típica de novos dispositivos sendo anunciados em setembro e enviados aos clientes durante o período de férias.
As vendas do iPhone atingiram US$ 85,3 bilhões, acima dos US$ 69,1 bilhões no mesmo período de 2024. Anualmente, o iPhone é responsável por pouco mais da metade das vendas da empresa. Por mais que a Apple tenha procurado diversificar o seu mix de receitas no meio de pressões sobre a sua cadeia de abastecimento na China e de uma série errática de manobras tarifárias por parte da administração Trump, o telefone continua a ser o carro-chefe por uma ampla margem.
A receita de produtos, acompanhada pelo iPhone, totalizou US$ 113,7 bilhões. A receita de serviços, que inclui a App Store e música, armazenamento em nuvem, TV e videogames, aumentou 14% em relação ao ano anterior, chegando a US$ 30 bilhões.
O CEO Tim Cook classificou o novo marco da base instalada como “uma prova da incrível satisfação do cliente”.
Analistas de Wall Street esperavam receita de US$ 78,3 bilhões
MAIS por vir…













