WASHINGTON (Reuters) – Resta saber se a reunião do presidente dos EUA, Donald Trump, com o presidente chinês, Xi Jinping, ocorrerá conforme programado para o final deste mês, mas quaisquer mudanças seriam devidas à logística em meio à guerra do Irã, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, à CNBC na segunda-feira.
Os comentários de Bessent foram feitos depois que Trump disse ao Financial Times no domingo que poderia adiar uma “reunião com Xi” se a China não ajudar a desbloquear o Estreito. O Ministério das Relações Exteriores da China não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.
A guerra EUA-Israel contra o Irão está agora a entrar na sua terceira semana, sem um fim claro à vista, fechando o principal Estreito de Ormuz, através do qual fluem 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, elevando os preços do petróleo e aumentando os receios de um novo aumento na inflação global.
Trump deverá viajar à China de 31 de março a 2 de abril para uma reunião altamente antecipada entre os líderes das duas maiores economias do mundo.
A última viagem de Trump à China, em 2017, foi a mais recente de um presidente dos EUA. A visita de Trump será a primeira conversa presencial entre os líderes desde uma reunião em outubro na Coreia do Sul, onde concordaram com uma trégua comercial.
(Reportagem de Susan Heavey; edição de Michelle Nichols; edição de Katharine Jackson)













