Os países com mercados accionistas maiores parecem estar a ter melhores resultados à medida que a crise no Médio Oriente se aprofunda, com a China e os EUA a aguentarem-se melhor do que a maioria, afirmou a Capital Economics numa nota. O responsável pelos mercados da Ásia-Pacífico, Thomas Mathews, sugeriu que isto reflecte, em parte, a sua exposição relativamente limitada às importações de energia do Médio Oriente.













