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Mulher descobre US$ 200 mil em dívidas fraudulentas depois que sua mãe roubou sua identidade para financiar o vício do jogo

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Dívida de jogo

Aos 22 anos, Kristin Collier solicitou seu primeiro cartão de crédito – um pequeno marco para a vida adulta e a independência financeira. Em vez disso, ela foi pega de surpresa quando foi rejeitada. O que veio a seguir a chocou completamente.

O banco negou-lhe porque ela já devia mais de 200 mil dólares. Mas Collier nunca pediu dinheiro emprestado.

Outra pessoa havia contraído empréstimos estudantis em seu nome, aberto contas de cartão de crédito que ela nunca tinha visto e acumulado uma montanha de dívidas que remontava a anos atrás. O culpado? Sua própria mãe, que lutava secretamente contra o vício do jogo.

A revelação abalou a vida adulta de Collier. Durante a década seguinte, ela enfrentou uma série de disputas de crédito, credores hostis, crédito arruinado e a dor de ver alguém em quem ela confiava destruir todo o seu futuro financeiro.

Collier compartilhou pedaços desta história em várias publicações, mas seu novo livro, O que a dívida exige: família, traição e precariedade num sistema falido expõe tudo. Sua experiência serve como um alerta: às vezes a maior ameaça financeira não vem de estranhos online, mas das pessoas de quem você é mais próximo.

Collier acabou se livrando da dívida. Mas entender como isso aconteceu levou tempo.

Ao investigar, ela descobriu que sua mãe vinha usando suas informações pessoais para garantir empréstimos e cartões de crédito em seu nome há anos. Segundo a CNBC, a mãe de Collier confessou ter aberto contas em nome da filha, em valores que iam muito além do que alguém precisaria para financiar uma educação (1).

“Ela não deveria ter conseguido contrair esses empréstimos”, disse Collier à emissora em entrevista em dezembro. “Se a indústria privada de empréstimos estudantis tivesse agido de forma responsável, eles teriam notado que algo estava errado com meu histórico de crédito. A quantidade de dinheiro emprestado excedeu em muito o que eu precisaria para frequentar uma universidade pública no estado.”

Os danos chegaram a cerca de US$ 400 mil. Os pagamentos mensais atingiram US$ 2.000. Collier fez malabarismos com vários empregos apenas para manter a cabeça acima da água enquanto lutava com instituições financeiras.

Então, por que Collier não denunciou sua mãe à polícia? Ela não teve coragem de fazer isso. Essa decisão tornou a sua situação mais difícil, mas ela traçou um limite: não trocaria a liberdade da mãe pelo seu próprio alívio financeiro.

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