CIDADE DO CABO, África do Sul (AP) — Um homem cambojano deportado pelos Estados Unidos para o reino africano de Essuatíni sob a administração Trump programa de país terceiro foi libertado de uma prisão na quarta-feira para ser repatriado, disse seu advogado.
Pheap Rom foi deportado para o país da África Austral em Outubro e mantido numa prisão de segurança máxima com outros deportados. Ele deveria pegar um voo comercial para Joanesburgo, na África do Sul, para iniciar sua viagem ao Camboja, disse seu advogado residente nos EUA, Tin Thanh Nguyen, à Associated Press.
Os EUA enviaram 19 migrantes de outros países para Eswatini em três lotes desde julho. Rom é o segundo a ser repatriado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, assumiu uma posição linha-dura em relação à imigração e os EUA deportaram cerca de 300 migrantes para países com os quais não têm laços no âmbito do programa de países terceiros, que os advogados criticaram como ilegais.
Os EUA fecharam acordos com pelo menos sete nações africanas para levar alguns desses migrantes. Os EUA pagaram a Eswatini 5,1 milhões de dólares para acolher até 160 deportados, de acordo com detalhes do acordo divulgados pelo Departamento de Estado dos EUA.
Rom cumpriu pena de 15 anos de prisão nos EUA por tentativa de homicídio e foi libertado no final de 2024, disse Nguyen, acrescentando num comunicado que Rom foi detido ilegalmente na prisão de Eswatini durante cinco meses porque não enfrentou acusações criminais no país africano.
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