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Margem EBITDA: Acima de 30% na CVC Corp.
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Geração de Caixa: Geração recorde de caixa desde a pandemia da COVID-19.
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Relação despesas/receitas: Melhor proporção dos últimos anos.
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Aberturas de novas lojas: 196 novas lojas em 2025, totalizando 1.646 lojas.
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Crescimento de reservas confirmadas: Aumento de R$ 2,3 bilhões, crescimento de 16% sobre 2024.
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Receita Líquida: Aumento de 8%, R$ 101 milhões acima de 2024.
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EBITDA anual: R$ 459 milhões, aumento de 18% em relação ao ano passado.
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Margem EBITDA: 31,8% no nível corporativo.
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Lucro Líquido Ajustado: R$ 67 milhões, mais que o dobro em relação ao ano passado.
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Geração Operacional de Caixa: R$ 412 milhões em 2025, R$ 175 milhões a mais que em 2024.
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Redução da dívida líquida: Redução de R$ 97 milhões em relação ao 3º trimestre de 2025.
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Crescimento de reservas confirmadas no Brasil: Crescimento de 12% no quarto trimestre de 2025 em comparação com 2024.
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EBITDA Ajustado Brasil: R$ 384 milhões, crescimento de 13%, margem de 33%.
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EBITDA da Argentina: R$ 64 milhões, aumento de 57%, margem de 26%.
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EBITDA Consolidado: R$ 458,6 milhões, aumento de 18%, margem de 32%.
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Perda líquida ajustada no quarto trimestre: R$ 3,6 milhões, redução em relação aos R$ 12,8 milhões do ano passado.
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Aproveitar: Reduzido para 0,2x EBITDA ajustado.
Data de lançamento: 19 de março de 2026
Para a transcrição completa da teleconferência de resultados, consulte o transcrição completa da teleconferência de resultados.
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CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens SA (BSP: CVCB3) alcançou margem EBITDA acima de 30%, marcando uma conquista significativa e geração de caixa recorde desde a pandemia do COVID-19.
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A empresa abriu 196 novas lojas em 2025, superando o número de lojas que tinha antes da pandemia, indicando forte crescimento e expansão.
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As reservas confirmadas cresceram 16% em comparação com 2024, com Brasil e Argentina apresentando crescimento robusto, refletindo estratégias bem-sucedidas de globalização de marcas.
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A empresa reportou seu maior EBITDA desde 2019, com um EBITDA anual de BRL459 milhões, um aumento de 18% em relação ao ano anterior.
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CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens SA (BSP: CVCB3) reduziu sua dívida líquida em R$97 milhões, alcançando uma alavancagem de apenas 0,2x o EBITDA ajustado, demonstrando forte gestão financeira e comprometimento com a desalavancagem.
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A taxa de take caiu de 9,3% para 8,7%, principalmente devido ao crescimento mais rápido do B2B em comparação ao B2C, o que poderia impactar a lucratividade geral.
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A receita líquida na Argentina diminuiu 19,5% no quarto trimestre de 2025, impulsionada por uma menor taxa de juros e efeitos cambiais.
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A empresa enfrenta desafios em 2026, incluindo tensões geopolíticas, a Copa do Mundo FIFA e as eleições no Brasil, que podem impactar a indústria do turismo.
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Houve queda de 0,3% na participação de produtos exclusivos no 4º trimestre de 2025 em relação ao ano anterior, indicando potenciais desafios na manutenção da exclusividade dos produtos.
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A empresa ainda não está presente no mercado de metabuscadores, que responde por parcela significativa das vendas das companhias aéreas, indicando uma oportunidade perdida nos canais de vendas digitais.












