A estreia de Álvaro Fidalgo pela Seleção Mexicana durante a recente janela internacional da FIFA desencadeou uma tempestade de opiniões. O meio-campista do Real Betis, naturalizado recentemente, foi titular nos amistosos contra Portugal e Bélgica, totalizando 129 minutos de jogo. Embora tenha demonstrado uma ligação interessante com Julián Quiñones, sua inclusão reacendeu o eterno debate sobre jogadores não nascidos no México.
“Ele não faz diferença”
As críticas mais ferozes vieram de uma voz autoritária: Jared Borgetti. O histórico avançado foi contundente ao afirmar que o “Maguito” não traz qualquer valor acrescentado à equipa de Javier Aguirre. Do outro lado, analistas como David Faitelson defenderam o médio, pedindo que o seu desempenho futebolístico fosse julgado acima da sua origem.
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Futuro no Betis e na Copa do Mundo
Fidalgo, cauteloso quanto à sua presença na Copa do Mundo de 2026, agora está focado em se firmar no Betis na La Liga e na Liga Europa. A sua vaga nas próximas convocações dependerá da manutenção do nível europeu que convenceu o “Vasco” Aguirre a dar-lhe a oportunidade.
Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em 🇪🇸 aqui.













