Um oficial da Marinha Francesa saiu para correr no convés do porta-aviões Charles de Gaulle e carregou seu treino no Strava, vazando inadvertidamente a localização do movido a energia nuclear navio de guerra em direção ao Oriente Médio.
Primeiro relatado pelo jornal francês Le Monde, a história não é uma anomalia – este popular aplicativo de monitoramento de condicionamento físico já provou ser um pesadelo de privacidade antes.
Por padrão, as contas do aplicativo social fitness são definidas como públicas, publicando sua rota sempre que você registra um treino. Os dados do Strava já foram usados para localizar bases militares em todo o mundo. Em 2024, o Le Monde descobriu Paradeiro do presidente francês Emmanuel Macron pesquisando as contas do Strava de seus guarda-costas, que enviaram dados públicos de treino enquanto viajavam com ele.
Macron tinha anunciado publicamente a implantação do porta-aviões, pelo que o seu movimento através do Mediterrâneo já era conhecido. Mas, obviamente, os militares franceses ainda correm sérios riscos quando um oficial telegrafa a sua localização precisa. Um representante das Forças Armadas francesas disse ao Le Monde que o comportamento do oficial “não está em conformidade com as diretrizes atuais”, das quais “os marinheiros são regularmente informados”.
O Strava não respondeu ao pedido de comentário do TechCrunch antes da publicação, mas deixou que isso servisse de lembrete para todos; mesmo que você não seja militar, provavelmente vale a pena definir sua conta Strava como privada.













