Na década de 1990, o comediante Conan O’Brien estabeleceu o padrão para celebridades deepfaking à moda antiga: colocando os lábios no rosto.
A piada popular gerou muitas risadas, mas O’Brien mal sabia que a esquete o levaria a descontar cheques em 2026 como porta-voz da empresa norte-americana de segurança cibernética Adaptive Security.
O que há de novo no streaming esta semana? (5 de junho de 2026)
O’Brien fez uma série de 15 vídeos de treinamento sobre conscientização sobre segurança cibernética para funcionários e clientes da Adaptive Security, lançado terça-feira, com prévias disponíveis no site da empresa.
“Assustei uma nação inteira”, diz O’Brien no vídeo de introdução da série. “Naquela época, criar um deepfake levava horas. Mas hoje, a IA pode clonar a voz e o rosto de uma pessoa em segundos.”
Velocidade da luz mashável
O’Brien aborda as armadilhas dos ataques alimentados por IA, incluindo deepfakes, clonagem de voz e personificação de IA. Ele também analisa o básico do treinamento em segurança corporativa: phishing por e-mail e SMS, fraudes com códigos QR, senhas e riscos de trabalho remoto e no escritório.
A Adaptive Security sabiamente deixou O’Brien co-escrever os roteiros e improvisar no set, com o comediante usando um bigode falso, iluminação escura e diferentes ângulos de câmera para interpretar “Joe”, um golpista nefasto se passando por um colega de TI.
Só de ouvir O’Brien dizer “servidor Linux” com uma voz rouca é um lembrete de como ele é exatamente o homem certo para o trabalho.
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