A força das exportações da China poderá reduzir a urgência dos decisores políticos em lançar medidas de apoio importantes, disseram os analistas da Nomura, depois de os números de 2025 terem mostrado um excedente comercial histórico de 1,2 biliões de dólares.
Continuam a esperar que Pequim espere até ao segundo trimestre para implementar estímulos importantes, prevendo que, embora as exportações provavelmente continuem a ser uma âncora para o crescimento no futuro próximo, o dinamismo irá abrandar.
Nomura prevê um crescimento das exportações de 4,0% em 2026, contra 5,5% em 2025. Dado o enorme excedente comercial, especialmente com a União Europeia, prevê mais tensões entre Pequim e parceiros comerciais não americanos. Calcula que a China evitará a valorização do yuan para reduzir essas fricções e resolver o enorme excedente, preferindo outras medidas, como os recentemente anunciados cortes nos descontos do IVA para as exportações.












